APRESENTAÇÃO / PRESENTATION

English version

In this DACOSTA CULTURAL PROJECT, it can be found a collection of articles and book summaries that is labeled as SANKORE, Anthology with texts by African-American authors. In the material there is translation of a series of articles published by the American magazine EBONY, entitled The Golden Past of Africa. The author of the texts, which were unfinished at his death, was Professor William Leo Hansberry (1894-1965), founder of the Ethiopian Research Council. This EBONY material was published in the 1960s and was part of the academic process of revealing a past history of the black race, before the Atlantic slavery holocaust. THE CULTURAL PROJECT page prints the image of a Nubian pharaoh, Taharga, son de Pye, also recorded in ancient Egyptian history as Piankhy. Christian Jacq, French Egyptologist and novelist, author of a series of essays and novelsbased on ancient Egypt, in the novel The Black Pharaoh, sticks to a dramatic rupture in the Egyptian state, dominated by dark-skinned men – the blacks Nubians in the 25th Dynasty. The fair-skinned Libyans, commanded by a general rebellious, they try to impose themselves on the Nubians; are apparently better structured, but the Black pharaoh, Piankhy appears on the scene. He is the first of a total of five black pharaohs. For Afro-Brazilian researchers, knowledge is relevant of the story of Jacq's book, which, although fictional, is based on serious and consistent historical research. For this reason, the registration with recommendation in this our CULTURAL PROJECT. The work is associated, without explicit relation, to my knowledge, with the work that African-American researchers were doing in the already distant mid-century. Christrian Jacq, (Le Pharaoan Noir) The Pharaoh Negro, publishing house Bertrand Brasil, 2010. The following material was published in newspapers, Jornal do Dia, Última Hora, Diário de Notícias, Correio do Povo and Zero Time, all from Porto Alegre, Rio Grande do Sul. It constitutes in snapshots of moments lived over a significant period of time in I traveled to Africa. Considering the small number of journalists blacks, even smaller than those who participated in the so-called rapprochement between Africa and Brazil – it becomes relevant to leave the public access pages of the Internet my testimony, absolutely peculiar. There were moments when they were still vivid the libertarian effects of Kwame Nkrumah, from Ghana; the conciliatory example and lucid of Leopold Senghor, from Senegal, the strength of Jomo Kenyatta, from Kenya. There was, here, the determination of Chancellor Gibson Barbosa, to make the Itamaraty turn its face towards the Continent origin of most of our population. There will be, in the record, here and there, the journalist’s curiosity – his seeks to inform readers. But it must be emphasized, above all, in a given historical moment, the opening of the pages of the most important newspaper in the State for a different view of what was mostly publicized. I do not claim to lack of a printed edition, a book, of this material. It wasn't even attempted. I am satisfied with the certainty that, in times like these, fantastically greater will be the access to the ideas contained below, than if commercially sold. I hope, next, in what will be called the Dacosta Cultural Project, make available considerable material of cultural interest. as will be translations of African authors, as well as versions of works by universal public domain, by black American authors. school student trade technique, in my dear ACM – Young Men Christian Association – I learned to like the English language, with a good old man, Professor Milius. One of the things that the master taught, right from the start, was how to write a letter resume, looking for a job. He ministered: “Put above, in title: To whom it may concern”. Or, to whom it may concern. I'm no longer looking for job. However, the phrase is evocative and precise, now, when it presents old newspaper articles, on the modern and borderless Internet. there is my work.

To whom it may concern.
Porto Alegre, Brazil in 2004

P.S. The site is being renovated and refreshed in 2020, its 18th anniversary, but the material for this opening was revised in 2014, when the 10th anniversary.

Jose Luiz Pereira da Costa



Neste PROJETO CULTURAL DACOSTA, pode ser encontrada uma coleção de artigos e resumos de livros que está rotulada como SANKORE,

Antologia com textos de autores afro-americanos. No material acha-se a tradução de uma série de artigos publicados pela revista americana EBONY, intitulada O Passado de Ouro da África. O autor dos textos, que ficaram inconclusos por sua morte, era o professor William Leo Hansberry (1894-1965), fundador do Conselho Etíope de Pesquisas. Este material de EBONY foi publicado nos anos 1960 e se inseria no processo acadêmico de revelação de um passado histórico da raça negra, anterior ao holocausto da escravidão atlântica. A página do PROJETO CULTURAL estampa a imagem de um faraó núbio, Taharga, filho de Pye, também registrado na história do antigo Egito como Piankhy. Christian Jacq, egiptólogo e romancista francês, autor de uma série de ensaios e romances baseados no Egito antigo, atém-se, no romance O Faraó Negro, a uma dramática ruptura no Estado egípcio, dominado pelos homens de pele escura – os negros núbios, na 25ª Dinastia. Os líbios, de pele clara, comandados por um general rebelde, tentam impor-se aos núbios; estão aparentemente mais bem estruturados, mas o faraó Negro, Piankhy surge em cena. Ele é o primeiro de um total de cinco faraós negros. Para pesquisadores afro-brasileiros é relevante o conhecimento da história do livro de Jacq, que, embora ficcional, está lastreada em séria e consistente pesquisa histórica. Por isto, o registro com recomendação neste nosso PROJETO CULTURAL. Associa-se, a obra, sem relação explícita, a meu conhecimento, com o trabalho que pesquisadores afro-americanos faziam no já distante meado do século passado. Christrian Jacq, (Le Pharaoan Noir) O Faraó Negro, editora Bertrand Brasil, 2010. O material a seguir foi publicado nos jornais, Jornal do Dia, Última Hora, Diário de Notícias, Correio do Povo e Zero Hora, todos de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Ele se constitui em instantâneos de momentos vividos durante um significativo período de tempo em que viajei à África. Considerando o número pouco expressivo de jornalistas negros, menor ainda dos que participaram da chamada aproximação entre África e Brasil – torna-se relevante deixar nas páginas de acesso público da Internet meu depoimento, absolutamente peculiar. Foram instantes em que ainda estavam vívidos os efeitos libertários de Kwame Nkrumah, de Gana; o exemplo conciliador e lúcido de Leopold Senghor, do Senegal, a força de Jomo Kenyatta, do Quênia. Havia, aqui, a determinação do chanceler Gibson Barbosa, de fazer o Itamaraty voltar sua face de frente para o Continente origem da maioria de nossa população. Haverá, no registro, aqui e ali, a curiosidade do jornalista – sua busca por informar os leitores. Mas deve ser enfatizado, sobremodo, num dado momento histórico, a abertura das páginas do mais importante jornal do Estado para uma visão diferente daquilo que majoritariamente divulgava. Não reclamo a falta de uma edição impressa, um livro, deste material. Sequer foi tentada. Satisfaz-me a certeza de que, em tempos como os da atualidade, fantasticamente maior será o acesso às ideias a seguir contidas, do que se comercialmente vendidas. Espero, a seguir, no que se chamará Projeto Cultural Dacosta, disponibilizar um considerável material de interesse cultural. Assim como serão tornadas acessíveis traduções de autores africanos, também versões de obras de domínio público universal, de autores negros norteamericanos. Aluno de escola técnica de comércio, na minha querida ACM – Associação Cristã de Moços – aprendi a gostar da língua inglesa, com um bom velhinho, professor Milius. Uma das coisas que o mestre ensinou, desde logo, foi como escrever uma carta currículo, em busca de um emprego. Ministrou: “Ponha acima, em epígrafe: To whom it may concern”. Ou, a quem possa interessar. Não estou mais à procura de emprego. Todavia, a frase é evocativa e precisa, agora, quando apresenta velhas matérias de jornal, na moderna e sem fronteiras Internet. Aí está meu trabalho To whom it may concern.

José Luiz Pereira da Costa

Porto Alegre, Brasil em 2004

P.S. O site está sendo renovado e revigorado em 2020, seu 18º aniversário, mas o material desta abertura foi revisado em 2014, quando do 10º aniversário.

Jose Luiz Pereira da Costa



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PROMOTIONAL VIDEO ABOUT THE BOOK (A TERRA PROMETIDA)